Maternidade

A realidade de ser mãe: conheça o outro lado da maternidade!

Escrito por Mammybelt

Antigamente, falávamos que os comerciais de margarina representavam a família perfeita e feliz, mas, hoje, esses modelos de plenitude, que estão muito longe da realidade, estão nas redes sociais.

Mães sorridentes enquanto amamentam, sem demonstrarem estar cansadas, cheias de dúvidas e dores. Quantas vezes não seguimos e  “curtimos” mulheres que retornaram ao seu peso rapidamente e que continuam vivendo, sem dificuldades, a rotina que tinham antes da gravidez. 

Mas a vida real é tão diferente, pelo menos para nós mortais.  E, para as mães que vivem a montanha-russa emocional dessa fase, pode ser ainda mais doloroso. Primeiro porque cria-se uma expectativa muito grande em torno da maternidade e depois, a mãe se sente culpada por não sentir TUDO aquilo que dizem. Ao contrário, sente um cansaço intenso, o que por si só mina o bem estar de qualquer pessoa. Sem falar nos tantos questionamentos e mudança da vida de maneira geral. Então, como filtrar essas mensagens e buscar informações que realmente sejam úteis para você em sua maternidade? Confira neste post.

Quando você vai conhecer a realidade de ser mãe?

Se você ainda está gestando, já conhece algumas delícias e dificuldades desse momento. Mas ainda estão por vir muitas surpresas, desafios e cuidados que, por mais que você não seja marinheira de primeira viagem, vão ser diferentes para cada bebê.

Por isso, é muito válido ler muito sobre os cuidados necessários com os bebês, rotina do sono e seu desenvolvimento, mas, acima de tudo, acalmar seu coração e entender que não são as opiniões de terceiros que vão definir o quanto isso será difícil ou não para vocês. É preciso chegar a sua hora.

O que é o tal instinto materno?

Ok, já entendemos que é preciso ter um filtro para toda e qualquer informação externa. Livros, blogs e especialistas trazem conteúdos que você pode e deve consumir, mas, depois de fazê-lo, precisa chegar à sua conclusão.

Ela, com certeza, será influenciada pelo seu instinto materno, que molda as reações da mãe nos cuidados e na proteção com seu bebê.

A ciência costuma chamar o instinto materno de preocupação materna primária, que consiste, basicamente, na capacidade da mãe em se colocar no lugar do bebê, entender suas necessidades, formas de expressá-las e, então, solucioná-las.

Sabe quando outra mãe diz que seu filho tem choros diferentes para cada situação e só ela consegue identificar? É por aí, apesar de que, no início, parece impossível discernir.

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Mas, se eu não tiver essa capacidade de entender meu bebê?

Esse é um medo que toda mãe tem, e é ele que faz com que ela fique emocionalmente desestabilizada, frustrada e se sentindo incapaz. Muitas vezes, você realmente não vai entender, e, está tudo bem!

É normal querer acertar sempre e ser suficiente para seu bebê, mas atingir essa perfeição é impossível considerando que o bebê é um organismo independente e, por mais que você queira, não vai reagir sempre da mesma forma, pois existem outras variáveis em cada situação. Nunca é igual, nem mesmo um dia.

E se for depressão pós-parto?

Temos também situações ainda mais complexas, quando essa conexão com o bebê não acontece por questões psicológicas momentâneas da mãe: a depressão pós-parto.

É importante saber que ela não tem uma única causa, pode ser por estresse extremo do momento, histórico psicológico, isolamento, privação do sono, mas, na maioria das vezes, é desencadeada pelo desequilíbrio hormonal do período.

Essa variação hormonal, no entanto, vai se estabilizar com o tempo. Além disso, uma rede de apoio e o acompanhamento psicológico ajudam a lidar com a questão. Ou seja, procure ajuda caso desconfie que você não está bem. Esta ajuda profissional será muito importante neste momento. 

A lição que fica, no entanto, é que a realidade de ser mãe é pessoal e única, inclusive muda com cada filho, gemelares ou nascidos em diferentes datas. E isso não deixa a maternidade ainda mais especial? Por isso, não deixe que estereótipos ou opiniões de terceiros influencie sua experiência, combinado?

Ah! Em caso de desespero total quando o bebê está pequenininho, lembre-se que é uma fase. Que tudo isto vai passar, você voltará a dormir a noite toda, a ter um tempo para vocês. E, acredite, vai sentir falta desta fase e deste bebezinho com chulé na mãozinha (sabe aquele cheirinho quando o bebê baba na mão e fica com ela fechadinha? Ai, que delícia, que saudade!!!).

Então, agora, que tal fazer uma corrente do bem e espalhar um pouco de sororidade materna para outras pessoas? Aliás, falar é muito prático, mas o bacana mesmo é praticar. Então, bora ajudar, escutar e dar conforto para aquela recém mãe próxima a você, de modo a deixar pelo menos um pouquinho o dia dela mais leve. Compartilhe essa reflexão em suas redes sociais e convide pessoas queridas à leitura.

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Mammybelt

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